28 de março de 2009

A Espiã


No retorno ao país laranja depois de um “estágio” cheio de altos e baixos no mainstream norte-americano, Paul Verhoeven nos traz ao mundo da espionagem na resistência holandesa em plena segunda-guerra. Amontoado de clichês e forçadas situações pra mostrar que alguns nazistas não são tão maus assim; enquanto, por outro lado, há heróis movidos por interesses nada éticos. Na verdade, um punhado de soluções fáceis recheadas com pitadas de erotismo e violência. Achou ruim?! Eu não!

Ponto Alto: a protagonista, Carice van Houten, tem um corpo perfeito e é um sopro de esperança nestes tempos em que a beleza natural faz falta no cinema. O “tingimento ariano” é um daqueles momentos gratuitos que nos fazem sorrir de orelha a orelha.

Ponto Baixo: a canastrice suja do tal médico Hans (Thom Hoffman) incomoda até os mais tolerantes.

1 Comments:

Blogger Karla López Ortega said...

Esse é muito bom filme, seu trabalho é bom. É interessante ver um filme que está baseado em fatos reais, acho que são as melhores historias, porque não necessita da ficção para fazer uma boa produção. Gostei muito dos filmes de Carice Van Houten, especialmente Race, não conhecia a história e realmente gostei. Super recomendo.

2:55 PM  

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